Professor da USP defende o fortalecimento da educação do campo e o pensamento crítico como ferramentas essenciais para a autonomia intelectual e o desenvolvimento sustentável das populações na Amazônia.
A formação territorial do Brasil e da Amazônia, a concentração de terras, a exploração do trabalho, a preservação ambiental e a soberania alimentar estiveram entre os principais assuntos discutidos durante palestra realizada no dia 21 de outubro, na Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Rolim de Moura. O professor doutor Manoel Fernandes de Sousa Neto, da Universidade de São Paulo (USP), apresentou uma análise crítica sobre os processos históricos que moldaram o território brasileiro e seus reflexos na realidade amazônica. A exposição convidou estudantes, professores, agricultores e representantes de movimentos sociais a refletirem sobre os modelos de desenvolvimento, os direitos das comunidades e o futuro do campo.
O seminário "Questão Agrária, Território e Agricultura Camponesa em Rondônia", realizado em 21 de outubro de 2026, na Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Rolim de Moura, reuniu pesquisadores, professores, estudantes e representantes de comunidades rurais para discutir as transformações do campo. Um dos destaques foi a palestra do professor doutor Ricardo Gilson da Costa Silva, que apresentou análises sobre a expansão do agronegócio, a concentração de terras, o êxodo rural e a preservação da Amazônia. As discussões levantaram uma questão fundamental: o aumento da produção agrícola está sendo acompanhado de oportunidades para quem vive e trabalha no campo?
Rondônia ocupa 13 das 20 vagas na final do Concurso Florada Premiada 2026, destacando a força das mulheres na produção de cafés robustas amazônicos e conilons. Premiação ocorre em novembro, em Minas Gerais.
O produtor indígena Manasses Oykoeter Suruí conquistou o primeiro lugar na 8ª edição do Concurso Tribos, em Rondônia, com um café que atingiu 91,11 pontos, destacando a alta qualidade da produção sustentável na Amazônia.
Aprenda técnicas simples para preparar um café coado de qualidade, valorizando o aroma e as características sensoriais do Robusta Amazônico produzido em Rondônia.
Rondônia sedia primeiro curso de Q-Grader da Amazônia, capacitando profissionais para a avaliação sensorial do Robusta Amazônico e fortalecendo a competitividade do café regional no mercado global.
Naraymi Suruí, presidente da Coopaiter, destaca os avanços do café indígena em Rondônia durante o 8º Concurso Tribos e aponta a necessidade de melhorias na infraestrutura e estradas para ampliar a produção.
O técnico Dilcionir Serraglio destaca a evolução do Projeto Tribos, que expandiu a cafeicultura indígena em Rondônia de três para 169 famílias, focando em sustentabilidade e qualidade de cafés especiais.
O cafeicultor Manasses Oykoeter Suruí conquistou o 8º Concurso Tribos em Cacoal, Rondônia, com seu café Robusta Amazônico, alcançando 91,11 pontos e um prêmio de R$ 25 mil.
Liderança indígena que participou das primeiras articulações com a Embrapa e o Grupo 3corações destaca a transformação econômica das comunidades, a valorização do Robusta Amazônico e os desafios para ampliar o projeto...
Líder do Projeto Tribos no Grupo 3corações ressalta oito anos de trabalho coletivo, avanços na qualidade dos cafés e oportunidades de desenvolvimento sustentável para produtores indígenas de Rondônia.