Confira a agenda dos presidenciáveis nesta quinta-feira (22)
A três dias do segundo turno das eleições, confira as atividades programadas pelos candidatos à Presidência da República para esta quinta-feira, 22.
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A três dias do segundo turno das eleições, confira as atividades programadas pelos candidatos à Presidência da República para esta quinta-feira, 22.
A campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) protocolou nesta quarta-feira (21) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma ação de investigação eleitoral para cassar o registro da candidatura da chapa formada pelo candidato Flávio Bolsonaro (PL) e o candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar (PL).
Candidatos à presidência realizaram atos de campanha em São Paulo, Fortaleza e Belo Horizonte nesta quarta-feira (21), com foco em propostas e na discussão sobre a quebra de sigilos bancários.
A campanha de Lula aceitou as condições impostas por Flávio Bolsonaro para a quebra de sigilos bancários e telefônicos. O prazo estipulado para a formalização do acordo é esta quinta-feira, antes do segundo turno.
Nova legislação amplia o teto de faturamento do MEI para R$ 140 mil até 2028, autoriza a contratação de dois funcionários e estabelece regras para o perdão de dívidas com a União.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, celebrou a sanção da lei que amplia o limite de faturamento do MEI e concede perdão de dívidas para quase 3 milhões de microempreendedores no Brasil.
Projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados propõe novas diretrizes de segurança, ergonomia e saúde voltadas especificamente para os trabalhadores do setor têxtil no Brasil.
Especialistas da ONU e o NetLab apontam supostas irregularidades e falta de isonomia da Meta nas eleições brasileiras de 2026, citando restrições a conteúdos e perfis específicos. A empresa nega as acusações.
O governo federal propôs ao Congresso uma emenda constitucional que utiliza parte das emendas parlamentares para financiar a tarifa zero no transporte público aos fins de semana e feriados.
O candidato Flávio Bolsonaro condicionou a abertura de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico à divulgação de dados de aliados e familiares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O texto está em análise na Câmara dos Deputados
Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.